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Enquanto isso, aproveite para conhecer o material de excelente qualidade preparado pelo PDG CL Valdir publicado aqui na página.

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Índice

ASSESSORIA DE CONSCIENTIZAÇÃO ACERCA DE DIABETES
e BANCO DE SAÚDE

 

 

CL VALDIR CELIO KLEIN
GOVERNADOR AL 97/98
DISTRITO LD-5

Fones:

47-3368.5499
47-3368.5177  

47-9985.3288
LIONS CLUBE ITAPEMA
Rua 147, 69 – Cx. Postal 92 – 88220.000 - ITAPEMA, SC.


vcklein@terra.com.br

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PDG CL VALDIR CELIO KLEIN- CaL NILSA

Distribuída ao LD-5 via e-mail

 

Estimados Presidentes dos Clubes
no AL 2010/2011 – DLD-5
============================

           CCLL Presidentes e Assessores de Diabetes dos Clubes,

          cumprimenta-los fraternal e leonísticamente, gostaria de tecer alguns comentários em relação a nossa Assessoria Distrital de Diabetes, cargo este honrosamente nomeado pelo amigo e Gov. Vilmar Capanema.
Existem ocasiões até, que um assessor distrital de diabetes pode até não ser muito exigido. Isto é motivado por desconhecer-se o básico sobre diabetes, o que causa, como surge, como preveni-lo ou como trata-lo e suas terríveis conseqüências.
Digo isto, pois pude concluir isto nos 05 anos em que fui Assessor Nacional ( DML e DML.D) de Conscientização Acerca do Diabetes.
Por este motivo, realizamos um pequeno e humilde trabalho ou resumo sobre o diabetes para, ao menos, motivar o assessor no clube ou o presidente a realizarem alguns trabalhos, campanha ou despertar nas pessoas que o diabetes existe e que cada um pode ser afetado pelo mesmo.
Ao mesmo tempo, procuraremos encaminhar a cada Presidente de Clube, um CD onde estará este trabalho e outro importante trabalho da Escola Paulista de Medicina e que é o OLHO DIABÉTICO. Um resumo sobre como é possível prevenir ou tratar ou curar as conseqüências do diabetes.
                                

Gostaria de lembrar o abaixo:

O IMPORTANTE é que o Diabetes seja LEMBRADO e  PREVENIDO, de uma forma ou outra. Enfim, FAÇAM ALGUMA ATIVIDADE.

    
                                 E também para que este humilde Assessor de Diabetes do DLD-5 não fique TÃO decepcionado, o QUE TENHO A CERTEZA DE QUE NÃO ACONTECERÁ devido as vossas reconhecidas lideranças, prezados Presidentes dos Clubes e Assessores de Diabetes.


                                 Muito Obrigado, Boa Sorte e Boa Vontade!

OBS.: É muito importante que cada clube tenha o seu Assessor de Diabetes, o que peço  encarecidamente a cada presidente para que nomeio um no seu clube

PDG CL VALDIR C. KLEIN

ITAPEMA, SC, Agosto de 2010

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   Familiarizar-se com a seção sobre Informações para Assessores no Website do Lions.

 

   Incentivar a organização da Strides: Caminhada Leonística para a Conscientização da Diabetes para aumentar o conhecimento do público sobre a diabetes.

 

   Utilizar recursos atuais das associações oficiais de diabetes para aprimorar o conhecimento sobre diabetes e a retinopatia diabética.

 

  Liderar o planejamento e facilitar apresentações sobre conscientização de diabetes para fóruns, reuniões, pedágios e reuniões do Comitê Assessor da Governadoria.

 

   Enfatizar aos Companheiros do Clube a importância de ajudar a informar o público sobre os passos necessários a serem tomados para reduzir os novos casos de cegueira causados pela retinopatia diabética.

 

   Incentivar os Companheiros e a Diretoria do Clube a implementarem projetos de exames de diabetes e testes para diagnosticar retinopatia diabética e glaucoma em conjunto com outras organizações de saúde, sempre que essas atividades forem implementadas.

 

   Incentivar os Companheiros do Clube a participarem nos seguintes eventos: Mês de Conscientização acerca da Diabetes (novembro), Dia Mundial da Diabetes (14 de novembro) e Dia Mundial da Visão (na segunda quinta-feira de outubro).

 

   Manter o Assessor do DLD-5  informado sobre as atividades do seu clube. Entregar um relatório a este Assessor.

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ESTA É MENSAGEM QUE ENVIAREMOS EM NOVEMBRO DE 2010!
JÁ ESTAMOS ATÉ ANTECIPANDO!

 

Amigos CCLL Presidentes

e Ass. de Diabetes dos LIONS Clubes do DLD.5,

Como estão indo as "campanhas, divulgação e/ou conscientização"

Sobre o Diabetes?

Gostaríamos, se possível, que nos mandassem um resumo destas atividades, ok? Ficamos, desde já, muito gratos!

 

Aliás, NÃO ESQUEÇAM que dia 14 de novembro próximo é o Dia Internacional do Diabetes( Organização Mundial da Saúde).

 

E que tal incentivar os Companheiros/Domadoras/CCLEOs a realizarem alguma coisa; para LEMBRAR deste dia? OU, AO MENOS, enviarem esta mensagem a quem interessar possa.( imprensa, órgãos públicos, etc.)

 

Abaixo segue um artigo muito interessante que serve de incentivo, bem como, encaminhamos em anexo, novamente o trabalho de Diabetes.

 

Que tenham muito sucesso durante esta, por certa, promissora e exitosa Campanha de Prevenção e Conscientização acerca desta terrível doença.

 

Abraços a todos e que Deus Bom esteja com todos!

PDG CL VALDIR CELIO KLEIN
Assessor de Diabetes do DLD.5

IMPORTANTE: LEIAM ABAIXO

O Dia Mundial do Diabetes foi criado em 1991 pela International Diabetes Federation (IDF) em parceria com a Organização Mundial da Saúde (OMS), em resposta ao aumento do interesse em torno do diabetes no mundo.

Quando e Por Quê?


Celebrado em 14 de novembro, e visto como a maior iniciativa mundial em torno do diabetes, a data foi escolhida devido ao nascimento do cientista canadense Frederick Bantin que, em parceria com Charles Best, foi responsável pela descoberta da insulina, em outubro de 1921. Dois anos mais tarde, Banting recebia o Prêmio Nobel de Medicina por esta descoberta e pela aplicação da insulina no tratamento das pessoas com diabetes.

Essa campanha global de conscientização, que a cada ano aborda um tema diferente, é compartilhada por cerca de 190 associações de diabetes de mais de 150 países. É uma iniciativa que reúne líderes de opinião, profissionais da saúde, pessoas com diabetes e o público em geral. No Brasil, a Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) destaca-se entre as entidades, mobilizando-se de forma muito ativa nos últimos anos.

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Há três fatores que merecem atenção especial: hipoglicemias, hiperglicemias e complicações crônicas.

 

O tratamento do diabetes mais intensivo, apesar de reduzir as complicações crônicas está associado a uma maior possibilidade de hipoglicemias e, portanto um maior número de pessoas pode estar sujeito a esse risco, enquanto estiver dirigindo.

 

Hipoglicemias moderadas alteram a capacidade de dirigir das pessoas, alguns problemas observados são desvios de direção, guinadas, saídas da pista, excesso de velocidade, condução lenta, freadas e acelerações, conforme artigo da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego – Abramet. (Veja conteúdo completo no site da ADJ – www.adj.org.br).

 

Prejuízos na direção veicular, como ultrapassagem de faixas contínuas, acelerações e freadas indevidas, já são observados mesmo com hipoglicemias leves. Em outro estudo, apresentado no Diabetes Care, em 2000, apenas 1/3 dos indivíduos estudados, trataram sua hipoglicemia ou pararam de dirigir, ao sentirem os primeiros sinais.

 

É importante ressaltar que, muitas vezes, embora o paciente não esteja percebendo a hipoglicemia, sua capacidade de responder a direção já pode estar comprometida.

 

Com a chegada dos análogos de insulinas de longa e ultra-rápida ação, a incidência de hipoglicemias diminuiu, mas ainda o mais importante é quem conduz o veículo e o cuidado que tem quando entra no carro. Um grande aliado na detecção de hipoglicemias é a monitorização contínua de glicemia. Mas, não pensem que apenas quem usa insulina precisa se preocupar em verificar a glicemia antes de dirigir. Também as pessoas com diabetes tipo 2 em uso de hipoglicemiantes orais podem vivenciar hipoglicemia durante a direção.

 

Procure monitorar a glicemia antes de dirigir, tenha sempre reposição de carboidrato com você e aprenda a detectar, sempre que possível, os sinais precoces de uma hipoglicemia.

 

Quanto à hiperglicemia, tanto a crônica quanto a aguda, também podem favorecer a perda da capacidade cognitiva e, portanto diminuir a capacidade de resposta às situações durante a direção de veículos, embora em alguns estudos esse quadro não se confirme.

 

As complicações crônicas como retinopatia diabética, neuropatia diabética, e doença cardiovascular podem estar envolvidas com maior risco de acidentes de trânsito. Ao sentir mal estar, dor de cabeça, suor em excesso, alteração na respiração, cansaço, fraqueza, tremores e outros sintomas, fique atento, pare seu carro e faça um teste. Fica aí a dica: use seu monitor como medida de prevenção de acidentes sempre que for dirigir.

 

Hoje existem no mercado diversos fabricantes de monitores de glicemia. E não esqueça de manter suas visitas médicas atualizadas.

 

Fonte: Revista ADJ

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DIABETES MELLITUS ( DM )
Autor: Dr. Mauro Antonio Czepielewski... www.abcdasaude.com.br/artigo.php?127

http://www.abcdasaude.com.br/imagens/artigos/127.jpgSinônimos:

Diabetes, hiperglicemia

Nomes populares:

Açúcar no sangue, aumento de açúcar.

O que é?

Doença provocada pela deficiência de produção e/ou de ação da insulina, que leva a sintomas agudos e a complicações crônicas características.

O distúrbio envolve o metabolismo da glicose, das gorduras e das proteínas e tem graves conseqüências tanto quando surge rapidamente como quando se instala lentamente. Nos dias atuais se constitui em problema de saúde pública pelo número de pessoas que apresentam a doença, principalmente no Brasil.

Apresenta diversas formas clínicas, sendo classificado em:
 

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Diabetes Mellitus tipo I:

Ocasionado pela destruição da célula beta do pâncreas, em geral por decorrência de doença auto-imune, levando a deficiência absoluta de insulina.

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Diabetes Mellitus tipo II:

Provocado predominantemente por um estado de resistência à ação da insulina associado a uma relativa deficiência de sua secreção.

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Outras formas de Diabetes Mellitus:

quadro associado a desordens genéticas, infecções, doenças pancreáticas, uso de medicamentos, drogas ou outras doenças endócrinas.

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Diabetes Gestacional:

Circunstância na qual a doença é diagnosticada durante a gestação, em paciente sem aumento prévio da glicose.

Como se desenvolve?

Conforme pode ser observado no item acima (formas clínicas), são várias as causas do DM.

No DM tipo I, a causa básica é uma doença auto-imune que lesa irreversivelmente as células pancreáticas produtoras de insulina (células beta). Assim sendo, nos primeiros meses após o início da doença, são detectados no sangue dos pacientes, diversos anticorpos sendo os mais importantes o anticorpo anti-ilhota pancreática, o anticorpo contra enzimas das células beta (anticorpos antidescarboxilase do ácido glutâmico - antiGAD, por exemplo) e anticorpos anti-insulina.

No DM tipo II, ocorrem diversos mecanismos de resistência a ação da insulina, sendo o principal deles a obesidade, que está presente na maioria dos pacientes.

Nos pacientes com outras formas de DM, o que ocorre em geral é uma lesão anatômica do pâncreas, decorrente de diversas agressões tóxicas seja por álcool, drogas, medicamentos ou infecções, entre outras.

O que se sente ?

Os sintomas do DM são decorrentes do aumento da glicemia e das complicações crônicas que se desenvolvem a longo prazo.

Os sintomas do aumento da glicemia são:
 

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sede excessiva

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aumento do volume da urina,

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aumento do número de micções

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surgimento do hábito de urinar à noite

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fadiga, fraqueza, tonturas

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visão borrada

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aumento de apetite

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perda de peso.

Estes sintomas tendem a se agravar progressivamente e podem levar a complicações severas que são a cetoacidose diabética (no DM tipo I) e o coma hiperosmolar (no DM tipo II).

Os sintomas das complicações envolvem queixas visuais, cardíacas, circulatórias, digestivas, renais, urinárias, neurológicas, dermatológicas e ortopédicas, entre outras.
 

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Sintomas visuais:

O paciente com DM descompensado apresenta visão borrada e dificuldade de refração. As complicações a longo prazo envolvem diminuição da acuidade visual e visão turva que podem estar associadas a catarata ou a alterações retinianas denominadas retinopatia diabética. A retinopatia diabética pode levar ao envolvimento importante da retina causando inclusive descolamento de retina, hemorragia vítrea e cegueira.

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Sintomas cardíacos:

Pacientes diabéticos apresentam uma maior prevalência de hipertensão arterial, obesidade e alterações de gorduras. Por estes motivos e, principalmente se houver tabagismo associado, pode ocorrer doença cardíaca. A doença cardíaca pode envolver as coronárias, o músculo cardíaco e o sistema de condução dos estímulos elétricos do coração. Como o paciente apresenta em geral também algum grau de alteração dos nervos do coração, as alterações cardíacas podem não provocar nenhum sintoma, sendo descobertas apenas na presença de sintomas mais graves como o infarto do miocárdio, a insuficiência cardíaca e as arritmias.

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Sintomas circulatórios:

Os mesmos fatores que se associam a outras complicações tornam mais freqüentes as alterações circulatórias que se manifestam por arteriosclerose de diversos vasos sangüíneos. São freqüentes as complicações que obstruem vasos importantes como as carótidas, a aorta, as artérias ilíacas, e diversas outras de extremidades. Essas alterações são particularmente importantes nos membros inferiores (pernas e pés), levando a um conjunto de alterações que compõem o "pé diabético". O "pé diabético" envolve, além das alterações circulatórias, os nervos periféricos (neuropatia periférica), infecções fúngicas e bacterianas e úlceras de pressão. Estas alterações podem levar a amputação de membros inferiores, com grave comprometimento da qualidade de vida.

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Sintomas digestivos:

Pacientes diabéticos podem apresentar comprometimento da inervação do tubo digestivo, com diminuição de sua movimentação, principalmente em nível de estômago e intestino grosso. Estas alterações podem provocar sintomas de distensão abdominal e vômitos com resíduos alimentares e diarréia. A diarréia é caracteristicamente noturna, e ocorre sem dor abdominal significativa, freqüentemente associado com incapacidade para reter as fezes (incontinência fecal).

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Sintomas renais:

O envolvimento dos rins no paciente diabético evolui lentamente e sem provocar sintomas. Os sintomas quando ocorrem em geral já significam uma perda de função renal significativa. Esses sintomas são: inchume nos pés (edema de membros inferiores), aumento da pressão arterial, anemia e perda de proteínas pela urina (proteinúria).

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Sintomas urinários:

Pacientes diabéticos podem apresentar dificuldade para esvaziamento da bexiga em decorrência da perda de sua inervação (bexiga neurogênica). Essa alteração pode provocar perda de função renal e funcionar como fator de manutenção de infecção urinária. No homem, essa alteração pode se associar com dificuldades de ereção e impotência sexual, além de piorar sintomas relacionados com aumento de volume da próstata.

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Sintomas neurológicos:

O envolvimento de nervos no paciente diabético pode provocar neurites agudas (paralisias agudas) nos nervos da face, dos olhos e das extremidades. Podem ocorrer também neurites crônicas que afetam os nervos dos membros superiores e inferiores, causando perda progressiva da sensibilidade vibratória, dolorosa, ao calor e ao toque. Essas alterações são o principal fator para o surgimento de modificações na posição articular e de pele que surgem na planta dos pés, podendo levar a formação de úlceras ("mal perfurante plantar"). Os sinais mais característicos da presença de neuropatia são a perda de sensibilidade em bota e luva, o surgimento de deformidades como a perda do arco plantar e as "mãos em prece" e as queixas de formigamentos e alternância de resfriamento e calorões nos pés e pernas, principalmente à noite.

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Sintomas dermatológicos:

Pacientes diabéticos apresentam uma sensibilidade maior para infecções fúngicas de pele (tinha corporis, intertrigo) e de unhas (onicomicose). Nas regiões afetadas por neuropatia, ocorrem formações de placas de pele engrossada denominadas hiperceratoses, que podem ser a manifestação inicial do mal perfurante plantar.

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Sintomas ortopédicos:

A perda de sensibilidade nas extremidades leva a uma série de deformidades como os pés planos, os dedos em garra, e a degeneração das articulações dos tornozelos ou joelhos ("Junta de Charcot").

Como o médico faz o diagnóstico ?

O diagnóstico pode ser presumido em pacientes que apresentam os sintomas e sinais clássicos da doença, que são: sede excessiva, aumento do volume e do número de micções (incluindo o surgimento do hábito de acordar a noite para urinar), fome excessiva e emagrecimento. Na medida em que um grande número de pessoas não chega a apresentar esses sintomas, durante um longo período de tempo, e já apresentam a doença, recomenda-se um diagnóstico precoce .

O diagnóstico laboratorial do Diabetes Mellitus é estabelecido pela medida da glicemia no soro ou plasma, após um jejum de 8 a 12 horas. Em decorrência do fato de que uma grande percentagem de pacientes com DM tipo II descobre sua doença muito tardiamente, já com graves complicações crônicas, tem se recomendado o diagnóstico precoce e o rastreamento da doença em várias situações. O rastreamento de toda a população é porém discutível.

Fatores de Risco para o Diabetes Mellitus

Existem situações nas quais estão presentes fatores de risco para o Diabetes Mellitus, conforme apresentado a seguir:
 

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Idade maior ou igual a 45 anos

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História Familiar de DM ( pais, filhos e irmãos)

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Sedentarismo

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HDL-c baixo ou triglicerídeos elevados

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Hipertensão arterial

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Doença coronariana

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DM gestacional prévio

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Filhos com peso maior do que 4 kg, abortos de repetição ou morte de filhos nos primeiros dias de vida

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Uso de medicamentos que aumentam a glicose ( cortisonas, diuréticos tiazídicos e beta-bloqueadores)

Objetivos do Tratamento

Os objetivos do tratamento do DM são dirigidos para se obter uma glicemia normal tanto em jejum quanto no período pós-prandial, e controlar as alterações metabólicas associadas.

Tratamento

O tratamento do paciente com DM envolve sempre pelos menos 4 aspectos importantes:

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Plano alimentar:

É o ponto fundamental do tratamento de qualquer tipo de paciente diabético. O objetivo geral é o de auxiliar o indivíduo a fazer mudanças em seus hábitos alimentares, permitindo um controle metabólico adequado. Além disso, o tratamento nutricional deve contribuir para a normalização da glicemia, diminuir os fatores de risco cardiovascular, fornecer as calorias suficientes para manutenção de um peso saudável, prevenir as complicações agudas e crônicas e promover a saúde geral do paciente. Para atender esses objetivos a dieta deveria ser equilibrada como qualquer dieta de uma pessoa saudável normal, sendo individualizada de acordo com as particularidades de cada paciente incluindo idade, sexo, situação funcional, atividade física, doenças associadas e situação sócioeconômico-cultural.

Composição do plano alimentar

A composição da dieta deve incluir 50 a 60% de carboidratos, 30% de gorduras e 10 a 15% de proteínas. Os carboidratos devem ser preferencialmente complexos e ingeridos em 5 a 6 porções por dia. As gorduras devem incluir no máximo 10% de gorduras saturadas, o que significa que devem ser evitadas carnes gordas, embutidos, frituras, laticínios integrais, molhos e cremes ricos em gorduras e alimentos refogados ou temperados com excesso de óleo. As proteínas devem corresponder a 0,8 a 1,0 g/kg de peso ideal por dia, o que corresponde em geral a 2 porções de carne ao dia. Além disso, a alimentação deve ser rica em fibras, vitaminas e sais minerais, o que é obtido pelo consumo de 2 a 4 porções de frutas, 3 a 5 porções de hortaliças, e dando preferência a alimentos integrais. O uso habitual de bebidas alcoólicas não é recomendável, principalmente em pacientes obesos, com aumento de triglicerídeos e com mau controle metabólico. Em geral podem ser consumidos uma a duas vezes por semana, dois copos de vinho, uma lata de cerveja ou 40 ml de uísque, acompanhados de algum alimento, uma vez que o álcool pode induzir a queda de açúcar (hipoglicemia).

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Atividade física:

Todos os pacientes devem ser incentivados à pratica regular de atividade física, que pode ser uma caminhada de 30 a 40 minutos ou exercícios equivalentes. A orientação para o início de atividade física deve incluir uma avaliação médica adequada no sentido de avaliar a presença de neuropatias ou de alterações cardio-circulatórias que possam contra-indicar a atividade física ou provocar riscos adicionais ao paciente.

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Medicamentos, Hipoglicemiantes orais:

São medicamentos úteis para o controle de pacientes com DM tipo II, estando contraindicados nos pacientes com DM tipo I. Em pacientes obesos e hiperglicêmicos, em geral a medicação inicial pode ser a metformina, as sultoniluréias ou as tiazolidinedionas. A insulina é a medicação primordial para pacientes com DM tipo I, sendo também muito importante para os pacientes com DM tipo II que não responderam ao tratamento com hipoglicemiantes orais.

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Rastreamento:

O rastreamento, a detecção e o tratamento das complicações crônicas do DM deve ser sempre realizado conforme diversas recomendações. Essa abordagem está indicada após 5 anos do diagnóstico de DM tipo I, no momento do diagnóstico do DM tipo II, e a seguir anualmente. Esta investigação inclui o exame de fundo de olho com pupila dilatada, a microalbuminúria de 24 horas ou em amostra, a creatinina sérica e o teste de esforço. Uma adequada analise do perfil lipídico, a pesquisa da sensibilidade profunda dos pés deve ser realizada com mofilamento ou diapasão, e um exame completo dos pulsos periféricos dever ser realizada em cada consulta do paciente. Uma vez detectadas as complicações existem tratamentos específicos, os quais serão melhor detalhados em outros artigos desse site.

Como se previne ?

A prevenção do DM só pode ser realizada no tipo II e nas formas associadas a outras alterações pancreáticas. No DM tipo I, na medida em que o mesmo se desenvolve a partir de alterações auto-imunes, essas podem ser até mesmo identificadas antes do estado de aumento do açúcar no sangue. Esse diagnóstico precoce não pode ser confundido porém com prevenção, que ainda não é disponível.

No DM tipo II, na medida em que uma série de fatores de risco são bem conhecidos, pacientes que sejam portadores dessas alterações podem ser rastreados periodicamente e orientados a adotarem comportamentos e medidas que os retire do grupo de risco.

Assim é que pacientes com história familiar de DM, devem ser orientados a:
 

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manter peso normal

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praticar atividade física regular

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não fumar

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controlar a pressão arterial

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evitar medicamentos que potencialmente possam agredir o pâncreas (cortisona, diuréticos tiazídicos)

Essas medidas, sendo adotadas precocemente, podem resultar no não aparecimento do DM em pessoa geneticamente predisposta, ou levar a um retardo importante no seu aparecimento e na severidade de suas complicações.

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A declaração de missão do Programa Leonístico de Conscientização acerca da Diabetes é:

Conduzir e apoiar iniciativas locais e de grande porte direcionadas ao controle e tratamento da diabetes e de suas complicações, por meio de programas de conscientização, prevenção e pesquisa.

Os Lions Clubes são incentivados a nomear um sócio para atuar como assessor de conscientização acerca da diabetes. Em nível distrital ou de distrito múltiplo, o governador de distrito e o presidente de conselho, respectivamente, nomeiam Leões para servirem como assessores de conscientização acerca da diabetes do distrito ou distrito múltiplo.

Esse Leão deve estar familiarizado com:

  • a diabetes, incluindo avanços médicos e tecnológicos
  • as normas da diretoria do Lions, relativas ao Programa de Conscientização acerca da Diabetes
  • as responsabilidades dos assessores distritais, descritas a seguir
  • as oportunidades para os Leões criarem e contribuírem com os projetos de diabetes
  • os fundos para projetos relacionados à diabetes disponíveis por meio dos subsídios Quatro Pontos Básicos da Lions Clubs International Foundation (LCIF)
  • os requisitos para o Prêmio de Conscientização acerca da Diabetes, conforme descrito a seguir

A OMS (Organização Mundial de Saúde) e a Federação Internacional de Diabetes instituíram o dia 14 de novembro como o Dia Mundial da Luta Contra a Diabetes. Essa é a data ideal para promover um projeto de diabetes.

Avanços médicos ou tecnológicos sobre a diabetes

Pesquisadores desenvolveram um novo exame de sangue para diabetes conhecido como o teste de hemoglobina A1c. Esse teste simples de laboratório registra a quantidade média de açúcar no sangue durante os três últimos meses. Somente um serviço de atendimento de saúde profissional pode executar o novo teste de hemoglobina A1c.  

Os pesquisadores também descobriram uma conexão entre a diabetes, a hipertensão arterial e o colesterol alto. Estudos comprovaram que pessoas com diabetes têm duas vezes mais probabilidade de sofrer infarto ou derrame.

Recomenda-se que pessoas propensas a desenvolver diabetes do tipo 2:

  • façam um teste de hemoglobina A1c;
  • controlem a pressão sangüínea;
  • mantenham baixos níveis de LDL ou "colesterol bom".

Além disso, as pesquisas sobre a diabetes continuam anunciando novos métodos para testar o açúcar no sangue e novos procedimentos cirúrgicos para transplante de células das ilhotas. Os sites de organizações de pesquisa sobre a diabetes apresentam as informações mais atualizadas sobre os avanços médicos e tecnológicos.  

Os Leões podem apoiar a luta contra a diabetes de duas maneiras:

1. ajudando a instruir o público sobre os sintomas da diabetes;

2. fornecendo ajuda a pessoas com diabetes.

Os Lions Clubes devem começar a planejar projetos relacionados à diabetes, entrando em contato com o assessor distrital de conscientização acerca da diabetes. Esse Leão deve estar ciente dos programas locais e regionais relacionados à diabetes. Recomenda-se que esse Leão trabalhe em comitês estaduais ou regionais de conscientização acerca da diabetes. Em conjunto, os assessores distritais e de clube podem organizar programas efetivos relacionados à diabetes. Isso pode envolver:

  • participação em um programa existente de diabetes;
  • desenvolvimento de um novo projeto aberto à comunidade em conjunto com organizações de diabetes;
  • criação de um novo projeto de diabetes organizado pelo Lions.

Antes de desenvolver qualquer projeto no clube, o Lions deve:  

  • Avaliar as necessidades da comunidade. Sua comunidade tem uma grande população de risco (pessoas idosas, com excesso de peso ou que pertencem a grupos étnicos específicos)? A diabetes é predominante na comunidade? Qual é a melhor maneira de ajudar essa população?
  • Estabelecer parcerias com organizações locais de diabetes. Entre em contato com agências governamentais locais, fundações privadas relacionadas à diabetes ou hospitais. Recomende a formação de uma parceria para programas de conscientização acerca da diabetes ou programas para levantamento de fundos.
  • Determine o melhor projeto de diabetes para sua comunidade. As regulamentações locais de saúde podem afetar a escolha de projetos de conscientização acerca da diabetes.
  • Desenvolva um plano. Inclua os procedimentos e os custos envolvidos na implementação do projeto. Envie o plano ao clube para aprovação.

Os assessores distritais são responsáveis pelo planejamento de projetos.

  • Comece definindo objetivos. Avalie a efetividade de projetos atuais de conscientização acerca da diabetes em nível de clube e de distrito. Crie um plano distrital global. Inclua os procedimentos necessários para a realização do plano. Envie o plano ao governador do distrito para aprovação.                                                                                          
  • Exponha os objetivos e as idéias do projeto aos assessores do clube por meio de: uma carta aberta no site do distrito na Web; uma carta aberta no boletim do governador do distrito; mensagens de e-mails, cartas, telefonemas ou visitas pessoais.                                                                                              
  • Incorpore ao projeto novas idéias recebidas dos clubes. Não copie programas locais, regionais ou nacionais. Trabalhe em conjunto com profissionais de saúde locais para proporcionar o serviço mais apropriado à comunidade. Uma nova idéia de projeto é organizar uma Caminhada: Marcha do Lions pela Conscientização acerca da Diabetes. Clique aqui para saber mais.                                                                                                                         
  • Organize seminários e workshops de conscientização acerca da diabetes para explicar o assunto aos assessores de clube. Convide profissionais de saúde como palestrantes. Seminários e workshops sempre ajudam a motivar os clubes a participarem de programas de conscientização acerca da diabetes.                                                                                            
  • Divulgue atividades de conscientização acerca da diabetes ao gabinete do distrito e à mídia local, por meio de contatos com o assessor distrital de Relações Públicas. Os assessores são incentivados a enviar informações e fotografias de projetos bem-sucedidos relativos à diabetes para:

Departamento de Serviços de Saúde e Infantis
Lions Clubs International
300 W. 22nd Street
Oak Brook, Illinois 60523-8842
EUA

Subsídios ao programa Quatro Pontos Básicos

Os distritos múltiplos e subdistritos do Lions podem solicitar à Lions Clubs International Foundation (LCIF) Subsídios do programa Quatro Pontos Básicos para a realização de projetos de prevenção e tratamento da diabetes. A LCIF introduziu o Programa Quatro Pontos Básicos em 1998.

Recursos para assessores de diabetes

Os assessores devem usar a Internet como um recurso para obter informações globais sobre a diabetes.

As seguintes organizações de saúde podem ser utilizadas para recursos e informações adicionais:

                                                                                                                                             

Prêmios do Programa de Conscientização acerca da Diabetes

Os governadores de distrito recebem dois prêmios em branco relativos à diabetes. No final do ano, o governador do distrito entrega os prêmios em nome da associação.

Para qualificar-se para o Prêmio Distrital do Programa de Conscientização acerca da Diabetes, um assessor deve:

  • incentivar a participação de outras pessoas no Programa Leonístico de Conscientização acerca da Diabetes;
  • desenvolver e implementar um plano de ação para um projeto de conscientização acerca da diabetes no distrito;
  • promover o Programa Leonístico de Conscientização acerca da Diabetes na comunidade.

 

O clube do distrito que realizar o melhor trabalho na área de educação sobre diabetes pode receber do governador do distrito o Prêmio Novos Horizontes de Esclarecimento sobre Diabetes.

Clique aqui para obter informações sobre prêmios e reconhecimentos para:Sócios do Lions, Lions Clubes, distritos do Lions, distritos múltiplos do Lions, Leos e jovens, líderes Leões internacionais enão-Leões. 

Para solicitar cópias das publicações sobre atividades de serviços, inclusive as publicações sobre o Programa de Conscientização acerca da Diabetes, clique aqui.

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PESQUISAS DE DIABETES, DOENÇAS, EXAMES,

 

“Diabetes 2008” foi extraído deste site. Vale a pena!

 

www.biobras.com.br/adam/encyclopedia/ency/index/enfermedadesa.htm

 

www.diabete.com.br

 

www.diabetesbrasil.com.br ( receitas de culinária, etc.)

 

www.diabetes.org.br/diabetes

 

www.boasaude.uol.com.br

 

www.abcdasaude.com.br  -> Clicar no “ D “ e procurar Diabetes

 

 

OUTROS SITES:

www.lionsclubs.org

Clique em : Português -> Outros programas -> Diabetes ou Direto...

www.lionsclubs.org /PO/content/programas_diab.shtml

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Material extenso - página em atualização.

Poderá ser acesso baixando o CD da Assessoria.

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